"Raízes  semoventes  que  não  estão  plantadas  ou  a  raiz  de  um  dente?  Pois também  eu  solto  as  minhas  amarras: mato  o  que me perturba  e o  bom  e  o  ruim  me perturbam,  e  vou  definitivamente  ao  encontro  de  um  mundo  que  está  dentro  de mim, eu  que escrevo  para me livrar  da  carga  difícil  de  uma pessoa ser  ela mesma. Em  cada  palavra  pulsa  um  coração.  Escrever  é  tal  procura  de  íntima veracidade  de  vida.  Vida  que  me  perturba  e  deixa  o  meu  próprio  coração  trêmulo sofrendo  a  incalculável,  dor  que  parece  ser  necessária  ao  meu  amadurecimento — amadurecimento?  Até agora vivi  sem  ele!"

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