Sobre as faltas
O quão terrível é uma falta?
Falta de abraço, de beijo, de carinho, de sexo, de um colo, de um libertar-se, de uma leitura, de um olá, de um entendimento, de uma aproximação, de um esclarecimento, de um perdão, de uma revolta, de uma busca, de uma noite de sono... são tantas as faltas.
Falta é aquilo que nos falta. Observar as faltas e valorizá-las. É tão fácil viver todos os dias e não percebê-las... tão comum. Mais comum ainda é ignorá-las.
Sente-se falta, hoje, daquilo que não é preciso. Sente-se falta da internet, do celular, das compras no shopping, da tecnologia em excesso, das fotografias mal usadas... sente-se falta de tudo o que se consome desprovida e indevidamente, sem o menor pudor, sem o menor controle.
Ir ao âmago e testar os mais profundos sentidos de nostalgia, pouco se vai. E quem busca por tal, sai como pessimista... quando se quer ser, ao menos, mero valorizador daquilo que não se vive sem: o que é puro.
Terrível mesmo é a falta de pureza, de pequeneza, de pobreza.
As síndromes de muito são excessivas, são corrosivas, e, cada instante mais e mais se faz difícil e árduo se manter longe...
É doloroso "estar noutra". A gente morre em cada poço, e dói. Dói porque a consciência machuca.
E não, não faz falta ser inconsciente, embora as dores apareçam... o que faz falta de verdade, é aquilo que é pequeno: o amor.
Aos meus dois amores, incondicionalmente, da minha vida tão nostálgica e dolorosamente em experiência de um fluxo de consciência rotineiro.
Falta de abraço, de beijo, de carinho, de sexo, de um colo, de um libertar-se, de uma leitura, de um olá, de um entendimento, de uma aproximação, de um esclarecimento, de um perdão, de uma revolta, de uma busca, de uma noite de sono... são tantas as faltas.
Falta é aquilo que nos falta. Observar as faltas e valorizá-las. É tão fácil viver todos os dias e não percebê-las... tão comum. Mais comum ainda é ignorá-las.
Sente-se falta, hoje, daquilo que não é preciso. Sente-se falta da internet, do celular, das compras no shopping, da tecnologia em excesso, das fotografias mal usadas... sente-se falta de tudo o que se consome desprovida e indevidamente, sem o menor pudor, sem o menor controle.
Ir ao âmago e testar os mais profundos sentidos de nostalgia, pouco se vai. E quem busca por tal, sai como pessimista... quando se quer ser, ao menos, mero valorizador daquilo que não se vive sem: o que é puro.
Terrível mesmo é a falta de pureza, de pequeneza, de pobreza.
As síndromes de muito são excessivas, são corrosivas, e, cada instante mais e mais se faz difícil e árduo se manter longe...
É doloroso "estar noutra". A gente morre em cada poço, e dói. Dói porque a consciência machuca.
E não, não faz falta ser inconsciente, embora as dores apareçam... o que faz falta de verdade, é aquilo que é pequeno: o amor.
Aos meus dois amores, incondicionalmente, da minha vida tão nostálgica e dolorosamente em experiência de um fluxo de consciência rotineiro.
Comentários
Postar um comentário
Olá! Agradeço sua disposição em comentar e sua visita ao meu espaço. :) ⍟