Não, não chega de saudade.
Não chega de saudade
a realidade é que: sem ela não pode ser.
Não faço-lhe preces, nem espero que ela regresse, pois sem ela sou obrigada a viver.
Vai, minha tristeza! Diga a ela que faz falta e que quando a lembro é só
tristeza e a melancolia que não saem de mim, não saem.
Das tardes temperadas com café, das noites com uma sopa, lembro da sua pele fria,
sobre o caixão macio, florido, incandescendo a dor da perda.
Não chega de saudade, a saudade é imensa!
Eu não posso mas vou continuar a sofrer quando este vento bater, assim, na paz do dia
enquanto eu menos notar, porque não sai de mim, não sai.
Se ela voltar - que coisa louca. Parecerá história contada. Porque não, não volta.
Vou viver sempre com esse negócio dela viver longe mim, e eu dela, vou viver sempre com esse negócio de
viver longe de mim assim. Porque saudade é isso.
Saudade é a distância de nós - a realidade é que sem ela é tudo assim. Tristeza e melancolia que não sai de mim, não sai. Não sai de mim, não sai.
Nem o vento, nem os abraços, nada sai de mim.
A memória é que fica, é que é contínua, é que é coisa linda.
A saudade é que não chega, Isa.
Para minha Avó Isaltina, de quem sempre terei saudade.
a realidade é que: sem ela não pode ser.
Não faço-lhe preces, nem espero que ela regresse, pois sem ela sou obrigada a viver.
Vai, minha tristeza! Diga a ela que faz falta e que quando a lembro é só
tristeza e a melancolia que não saem de mim, não saem.
Das tardes temperadas com café, das noites com uma sopa, lembro da sua pele fria,
sobre o caixão macio, florido, incandescendo a dor da perda.
Não chega de saudade, a saudade é imensa!
Eu não posso mas vou continuar a sofrer quando este vento bater, assim, na paz do dia
enquanto eu menos notar, porque não sai de mim, não sai.
Se ela voltar - que coisa louca. Parecerá história contada. Porque não, não volta.
Vou viver sempre com esse negócio dela viver longe mim, e eu dela, vou viver sempre com esse negócio de
viver longe de mim assim. Porque saudade é isso.
Saudade é a distância de nós - a realidade é que sem ela é tudo assim. Tristeza e melancolia que não sai de mim, não sai. Não sai de mim, não sai.
Nem o vento, nem os abraços, nada sai de mim.
A memória é que fica, é que é contínua, é que é coisa linda.
A saudade é que não chega, Isa.
Para minha Avó Isaltina, de quem sempre terei saudade.
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