Te fiz comida velei teu sono e pra mim o que é que ficou? Me deixa ver como viver é bom não é a vida como está e sim as coisas como são então a culpa é de quem a culpa é de quem? eu canto em português errado acho que o imperfeito não participa do passado troco as pessoas troco os pronomes preciso de oxigênio preciso ter amigos preciso de carinho acho que te amava agora acho que te odeio são tudo pequenas coisas e tudo deve passar acho que gosto de São Paulo, São João, São Francisco e São Sebastião e eu gosto de meninos e meninas vem cá meu bem que é bom viver o mundo anda tão complicado e hoje eu quero fazer tudo por você tudo por você tudo por você estátuas e cofres e paredes pintadas ninguém sabe o que aconteceu quando o sol bater na janela do seu quarto lembra e vê que o caminho é um só até bem pouco tempo atrás poderíamos mudar o mundo quem roubou nossa coragem tudo é dor e toda a dor vem do desejo de não sentirmos dor Clarisse está trancada no seu quarto com seus livros e seus discos seu cansaço eu sou um pássaro me trancam na gaiola e esperam que eu cante como antes mas um dia eu consigo existir e vou voar pelo caminho mais bonito será que eu sou capaz de enfrentar o teu amor que me trás insegurança e verdade demais será que eu sou capaz jogue tudo numa forma untada previamente com promessas não cumpridas adicione a seguir o ódio e a inveja dez colheres cheia de burrice mexa tudo e misture bem e não se esqueça antes de levar ao forno temperar com essência de espírito de porco dez talheres cheias de preguiça hoje não dá hoje não dá esta um dia tão bonito lá fora e eu quero brincar não sei mais o que dizer e nem o que pensar talvez tivéssemos teríamos tido tivéramos um filho estava me ensinando a ler com você por perto eu gostava mais de mim não sou escravo de ninguém ninguém é senhor do meu domínio sei o que devo defender com valor eu tenho e temo o que agora se desfaz viajamos sete léguas por entre abismos e florestas por Deus nunca me vi tão só a própria fé é o que destrói estes são dias desleais eu sou metal raio relâmpago e trovão eu sou o ouro em seu brasão não me entrego sem lutar tenho ainda coração não aprendi a me render que caia o inimigo então ausente o encanto antes cultivado percebo o mecanismo indiferente reconheço meu pesar quando tudo é traição o que venho encontrar é a virtude em outras mãos minha terra é a terra que é minha e sempre será minha terra tem a lua tem estrelas e sempre terá quase acreditei na sua promessa e o que vejo é fome e destruição perdi a minha cela e a minha espada perdi o meu castelo e minha princesa quase a creditei quase acreditei e por honra se existir verdade existem os touros e existe o ladrão e há quem se alimente do que é roubo mas vou matar o meu tesouro caso você esteja mentindo olha o sopro do dragão olha o sopro do dragão olha o sopro do dragão você culpa seus pais por tudo e isso é absurdo são crianças como você o que você vai ser quando você crescer é a verdade que assombra o descaso que condena a estupidez o que destrói eu vejo tudo o que se foi e o que não existe mais tenho o sentidos já dormente o corpo quer a alma entende esta é a terra de ninguém eu sei que devo resistir eu quero a espada em minhas mãos eu sou o ouro em seu brasão tudo passa tudo passará e nossa história não estará pelo avesso assim sem final feliz teremos coisas bonitas pra contar e até lá vamos viver temos muito ainda por fazer não olhe pra trás apenas começamos o mundo começa agora apenas começamos.
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Ah, sempre tenho overdose de Urbana Legio.
ResponderExcluirEles tiveram Glória e nos dão, hoje.
Essa crise do que dizer depois e depois, mesmo que ela exista, é salva quando relemos.
♥