De si e do mundo
Um peso no ombro arrebentando as costelas. O pescoço tão torto quanto uma palavra mal-dita. Um tombo e um chão escorregadio, tão imemoriais e passageiros como um minuto de uma tentativa de manter-se no ligamento afetivo à distância - que separa os corpos dos toques.
Dormir é uma afetividade intensa - com a cama, com o sono, com o eu. É o transformar-se no eu, no pesadelo e no sonho, na viagem astral, no cochilo. É o enterrar-se em si e de si. É o engolir-se prematuramente.
(Pois de fato nunca se engole por inteiro.)
Come-se a si mesmo por dias e vidas e nada mais que gotículas de instantes reconhecedores se tem.
Dormir é uma afetividade intensa - com a cama, com o sono, com o eu. É o transformar-se no eu, no pesadelo e no sonho, na viagem astral, no cochilo. É o enterrar-se em si e de si. É o engolir-se prematuramente.
(Pois de fato nunca se engole por inteiro.)
Come-se a si mesmo por dias e vidas e nada mais que gotículas de instantes reconhecedores se tem.
Olha eu vindo babar a Thay. -q (mentira)
ResponderExcluirÉ acordar pra dentro, pro mais profundo de si. Tão profundo que chega a ser desconhecido. Tão desconhecido que parece não sermos nós.
Ruim mesmo é a sua autoestima, maluca. Sombra fútil chamada gente, SEU BLOG É INSPIRADOR.
s2 pra vcs duas!
Eu não entendo da onde eu tirei esse trosso que cês chamam de "autoestima". Enfim, dizem que quando vem de boa pessoa, a gente tem que ouvir.
ResponderExcluirVocês que me inspiram.
"(Pois de fato nunca se engole por inteiro.)"
ResponderExcluirMuito boa observação.
Pois se não?!
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