Um instante é tão mais arte. Nele passam um milhão de coisas, mundos, instantes, segundos.
Queria poder fotografar o instante. Mas sou tão velho, que mal posso me lembrar do que vivi. Então, o que posso fazer com fotos velhas se nem mesmo o instante me cabe nas mãos? Ou melhor, nos dedos? No dedo, que aliás, não capturou nem o que gostaria de ter escrito?
Queria poder fotografar o instante. Mas sou tão velho, que mal posso me lembrar do que vivi. Então, o que posso fazer com fotos velhas se nem mesmo o instante me cabe nas mãos? Ou melhor, nos dedos? No dedo, que aliás, não capturou nem o que gostaria de ter escrito?
São coisas simples que simplesmente tocam, capturam a essência passageira do instante ligeiramente marcante.
ResponderExcluirE tal essência de que tanto falamos também nos foge pelos dedos.
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