O eu lírico
Anda sempre preocupado com o que vai sair no seu vômito, ou na sua repugnância pelo não falar;
Tá sempre se escondendo do verbo dito e por isso abre os livros desesperado por poesia pronta;
Quer alguém que o leia e o admire, ou alguém que o xingue grosseiramente até que destrua-o para denovo poetizar;
Mas na ânsia pelo poema, pelo verso e pela poesia, descarta o mundo e o atrai, engole-o e enfatiza nas letras;
Esquece a rima e tenta colocar no papel tudo o que vem na sua mais infinita obra de arte subconsciente - se é que se pode chamar de obra de arte, uma expurgância louca e desvirtuosa que sai e sai e não tem freios.
(Bem, alguns chamariam de arte um esboço rabisco em um papel branco, então, temos.)
Caminha por mares, não, caminha por vales e, na verdade, também não, caminha por letras;
E odeia, detesta, a exclamação nas horas em que ela insiste em aparecer!
- Que coisa mais absurda. Pensa.
Então continua na sua busca - que é sempre incessante - pelo criar e nunca descobre ao certo o que é;
Mas é feito do papel, do livro de palavras, da história triste ou da alegria passageira que cruza as linguagens da sua mente - mente sem rimas.
Quer escrever uma poesia bela e cheia de encruzilhadas, mas o que acaba conseguindo é a tentativa inalcansada e no entanto existente, de uma porção de coisas que saem pelos dedos na hora que se pensa nela - um monte de poesia.
(E um dia dirá em versos que tudo foi (im)possível.)
Tá sempre se escondendo do verbo dito e por isso abre os livros desesperado por poesia pronta;
Quer alguém que o leia e o admire, ou alguém que o xingue grosseiramente até que destrua-o para denovo poetizar;
Mas na ânsia pelo poema, pelo verso e pela poesia, descarta o mundo e o atrai, engole-o e enfatiza nas letras;
Esquece a rima e tenta colocar no papel tudo o que vem na sua mais infinita obra de arte subconsciente - se é que se pode chamar de obra de arte, uma expurgância louca e desvirtuosa que sai e sai e não tem freios.
(Bem, alguns chamariam de arte um esboço rabisco em um papel branco, então, temos.)
Caminha por mares, não, caminha por vales e, na verdade, também não, caminha por letras;
E odeia, detesta, a exclamação nas horas em que ela insiste em aparecer!
- Que coisa mais absurda. Pensa.
Então continua na sua busca - que é sempre incessante - pelo criar e nunca descobre ao certo o que é;
Mas é feito do papel, do livro de palavras, da história triste ou da alegria passageira que cruza as linguagens da sua mente - mente sem rimas.
Quer escrever uma poesia bela e cheia de encruzilhadas, mas o que acaba conseguindo é a tentativa inalcansada e no entanto existente, de uma porção de coisas que saem pelos dedos na hora que se pensa nela - um monte de poesia.
(E um dia dirá em versos que tudo foi (im)possível.)
Amiga, não sou poeta como você! Amo Lê-la ♥ ... apesar de eu não entender muito a teoria disso, eu me viro com as palavras. Não sou tão boa na tal ''pontuação'' como você, mas me viro com minhas vírgulas e reticências ... ô eternas reticências! hsduhasidh...beijos TE AMO!
ResponderExcluirVou arrumar meu blog e depois te passo!Nem sei como mexer...rs...eu gosto de desabafar nele às vezes. Não vai rir! É uma mistura meio doida.. rs ♥
Consegui logar nele! hehe
ResponderExcluirtaí!
Só não quero me revelar.