Um sinal de vida (Catárticamente estática(o) e móvel)
Formas alvas, brancas, assim, também povoando a vida.
Vemos luzes, fogos, flores e forças e todas dizem, todos os dias: faça o que melhor puderes!
- Não pensas ao escrever?
- Não. O que escrevo nem eu mesmo conheço, disse o poeta.
E é claro que se faz da chuva um grande espaço infinito de palavras de amores e sílabas.
A poesia vem unindo tempestades. Vem unindo pássaros e revoltosas almas que balançam como lençóis.
Mas não há coisa alguma que possa descrevê-la.
E isso acalma, renova, eleva: como uma pena branca, alva, que povoa a vida e voa no universo das canções da alma!
Vemos luzes, fogos, flores e forças e todas dizem, todos os dias: faça o que melhor puderes!
- Não pensas ao escrever?
- Não. O que escrevo nem eu mesmo conheço, disse o poeta.
E é claro que se faz da chuva um grande espaço infinito de palavras de amores e sílabas.
A poesia vem unindo tempestades. Vem unindo pássaros e revoltosas almas que balançam como lençóis.
Mas não há coisa alguma que possa descrevê-la.
E isso acalma, renova, eleva: como uma pena branca, alva, que povoa a vida e voa no universo das canções da alma!
Muitas povoam para morar, outras por simplesmente povoar. O importante é que não esteja vazia. O vazio me causa pânico.
ResponderExcluirBem inspirado...
ResponderExcluirSilvio