Pálida Alegria
Passava e via! Toda a luz do dia,
Ao longe, me avistava e me cobria!
Era uma luz cheia de fantasia!
E comigo e minha’lma ela sorrria!
Ah! Tanto tempo não sentindo o pranto!
E tanta luz e tanta vida e tanto...!
Minha’lma me cobria com um manto
E acolhia-o com pasmo espanto...
Não encontro as palavras certas agora
Mas o que me atormenta (e em outrora)
É o silêncio da alegria por hora.
E voltam as noites silenciosas,
E voltam cada vez mais temerosas!
E então, pálida ela volta bondosa!
Acho que ela mudou o fundo por trauma do que aconteceu em Brasilia também... rsrs
ResponderExcluirDe vez em quando ainda apareço aqui e olho o que vc escreve. O blog tá legal e sempre tem coisas novas pra ver (em todos os cantos da página).
André
Sempre volta, uma vez que se vai por um caminho circular. =)
ResponderExcluirParte romântica chata (mas válida).
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