"Mind"
Vomitando esta catarse que está na mente sem nem usar vírgulas ou pontos que separem o dito e o falado e sem nem saber o que escrever mas sabendo de tudo que está escondido. Apenas um ponto separa o certo do errado, sei que preciso escrever e pôr pra fora toda a raiva e delírio que está na mente. Mente possuída de aromas e amores, dores e viveres, desejos e arrependimentos, noites e dias misturados em calafrios e sonhos que se espalham e se estilhaçam por todo o corpo imundo e fétido, pútrido, nefasto e cansado de ser o objeto de uma mente que se cansou de amar.
Vomito nos livros e nas palavras porque elas vomitam em mim. E o meu verso é como um grito de um mudo: aquele que todos vêem mas não se ouve.
Escrevo como o vinho que escorre da sua boca e cai sobre meu ventre, escrevo como quem me beija e acaricia, escrevo como quem me ama loucamente mas não pode ter-me, escrevo como quem ignora uma boa maldição!
E só sei que o verso é eterno e não muda. Sei que ele me acaricia os lábios e beija minha face, loucamente, devagar e singelo. O verso é o homem dos meus sonhos. O verso é um corpo suado e moreno, frio e pálido, é um corpo de lábios rosados, cabelos imundos, bagunçados, arrepiados, idealizados e amados!
Como amo o verso! Amo como quem ama o poder e a liberdade, mas que não é livre!
E sou livre! Livre como o verso e seu Eros e Tanatos, o desejo e o amor, todos seus! Por inteiro!
Vomito nos livros e nas palavras porque elas vomitam em mim. E o meu verso é como um grito de um mudo: aquele que todos vêem mas não se ouve.
Escrevo como o vinho que escorre da sua boca e cai sobre meu ventre, escrevo como quem me beija e acaricia, escrevo como quem me ama loucamente mas não pode ter-me, escrevo como quem ignora uma boa maldição!
E só sei que o verso é eterno e não muda. Sei que ele me acaricia os lábios e beija minha face, loucamente, devagar e singelo. O verso é o homem dos meus sonhos. O verso é um corpo suado e moreno, frio e pálido, é um corpo de lábios rosados, cabelos imundos, bagunçados, arrepiados, idealizados e amados!
Como amo o verso! Amo como quem ama o poder e a liberdade, mas que não é livre!
E sou livre! Livre como o verso e seu Eros e Tanatos, o desejo e o amor, todos seus! Por inteiro!
Olha que menina apaixonada. Idealiza o homem no verso, vomita alma e incandesce.
ResponderExcluirSou uma flexa de fogo, Fran. Não sai nada de mim que não seja intenso e com emoção. hahaha -olha a confissão
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