Tentativa de poema
Tão repugnante e bela: és beleza, a própria
É como se toda expressão expurgasse de todas as lâminas e veias,
Além do bem e do mal, da noite e do dia – o que se procura não é somente isto;
É um coração que chora e ri, que lamenta e se exalta – um coração corajoso e
Cheio de uma alma tanta que assusta os sentidos de maior pureza!
Não buscaste na flor a beleza que há nos olhos? Ou mesmo até nas folhas,
A beleza que (não) vês no vento? Porque não buscas em uma árvore sem frutos?
Aquilo que pensas ser monstruoso e digno de repugnância, não pode causar nada mais que ânsia!
Talvez! Não duvides! É apenas uma expressão chorosa e, no entanto, artística – vômito constante.
Lágrima que escorre como um sorriso delator de vingança – de ódio e desprezo!
Não tentes fugir: é certo que o horror domina a beleza por todo instante que muda de olhar;
É que cada olhar enxerga um lamento belo em um tormento divino.
Mas fugistes, assim, correndo contra os olhos que acha cegos – mas cheios de virtude e da beleza que não se vê por fora;
Apenas guardada – esta, sozinha e esquecida – beleza fugaz e medonha, tão carente e alegre,
Tão desesperadora e mortal como a própria vida que escorre sob o sangue quente e puro!
É como se toda expressão expurgasse de todas as lâminas e veias,
Além do bem e do mal, da noite e do dia – o que se procura não é somente isto;
É um coração que chora e ri, que lamenta e se exalta – um coração corajoso e
Cheio de uma alma tanta que assusta os sentidos de maior pureza!
Não buscaste na flor a beleza que há nos olhos? Ou mesmo até nas folhas,
A beleza que (não) vês no vento? Porque não buscas em uma árvore sem frutos?
Aquilo que pensas ser monstruoso e digno de repugnância, não pode causar nada mais que ânsia!
Talvez! Não duvides! É apenas uma expressão chorosa e, no entanto, artística – vômito constante.
Lágrima que escorre como um sorriso delator de vingança – de ódio e desprezo!
Não tentes fugir: é certo que o horror domina a beleza por todo instante que muda de olhar;
É que cada olhar enxerga um lamento belo em um tormento divino.
Mas fugistes, assim, correndo contra os olhos que acha cegos – mas cheios de virtude e da beleza que não se vê por fora;
Apenas guardada – esta, sozinha e esquecida – beleza fugaz e medonha, tão carente e alegre,
Tão desesperadora e mortal como a própria vida que escorre sob o sangue quente e puro!
Simplesmente FODA!!!!
ResponderExcluirAdoro a raiva que escorre de seus escritos. Ótimos, por sinal ^^
ResponderExcluirQue mundo pequeno, se nao me engano Claudia eh irma de um amigo meu. Enfim..
ResponderExcluirCade a Ana?
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirPelo teu sobrenome, já sei quem é. Meu irmão estuda com vc em BH. haha. ^^
ResponderExcluiramei muito profundo.
ResponderExcluirmenina cheia de virtudes ♥